América latina usa interesse da dívida novo, mas nos pés

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A América Latina aproveita o interesse pela dívida dos emergentes, mas com os pés no chão
A América Latina aproveita o interesse pela dívida dos emergentes, mas com os pés no chão

América latina usa interesse da dívida novo, mas nos pés

07 Setembro 2016

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Com canecas da taxa de juros no nível de um mínimo histórico nos estados unidos e negativos e na Europa, no Japão, a busca de retorno no mercado de renda fixa, levaram os investidores para os países em desenvolvimento, onde posso obter uma receita na casa dos dois dígitos de títulos corporativos. A tendência de aceitar com tanta força, que a compra crescido nos últimos meses, o que fez soar um pouco a ansiedade.

Títulos de dívida em dólares de empresas, acredita-se que o risco em países em desenvolvimento e o investimento de bens melhores eventos, a rentabilidade de mais de 11%, de acordo com o índice de dívida corporativa de mercados emergentes do JP Morgan, CEMBI Broad. Já as dívidas de empresas norte-americanas com a classificação de crédito de grau de investimento oferecem rendimento, em média, 3,3%. A rentabilidade e a dívida, o equivalente é dada por a libra esterlina foi, em média 1,8%, quando a denominada em euros por cento, abaixo.

Assista esses números, é fácil entender por que os investidores decidiram tirar o dinheiro dos mercados de renda fixa maiores economias do planeta, considerando-se que as dívidas surgem. somente nos últimos seis meses foi introduzido em us$ 18 bilhões em fundos de dívida emergente, de acordo com o Bank of America Merrill Lynch. Uma parte muito significativa deste montante investido em títulos de empresas.

John Bates, analista de dívida corporativa, a formação, PineBridge Investments, que administra cerca de us$ 81 bilhões, acredita que muitos investidores, que, nesses países, para o desenvolvimento de juros atraentes, que oferecem, não entendo esses produtos, e nesses mercados, que, para ele, é um risco. “Os turistas com os bolsos cheios. Geralmente, os mercados emergentes representam um percentual muito pequeno, a carteira de investimentos de grandes fundos de pensão, portanto, se esses gigantes corre em direção a este, e exclui as taxas de juros, as conseqüências podem ser graves”, disse Bates, que recentemente à Reuters. Ele para de dívida de mercados emergentes, podem provocar um “efeito bolha”.

A Situação Na América

Juan Gabriel Fernandes, diretor-executivo do Centro de Estudos Financeiros a Escola de Negócios da ESE da Universidade de Los Andes, no Chile, “avaliando os riscos de tais situações, sempre há a possibilidade de “bolha”. No entanto, os dados disponíveis até o momento, ele não acredita que é assim na América. “Não vejo megaprojetos duvidosa rentabilidade através deste fluxo, ou seja, a prova de que há um desequilíbrio de dinheiro, nem financeiros, nem no setor corporativo: Como não se vê em uma atividade frenética no setor corporativo, a grande emissão de títulos de dívida, para usar os termos de empréstimos (que podem recontratadas no futuro). Parece que, na situação, no momento”, disse Fernandes:

Diego Fernando de Palencia da Silva, diretor de pós-gradução em finanças pela Pontifícia Universidade Javeriana de Cali, Colômbia, acredita que, neste caso, o seu país, mostrou que as taxas de juro historicamente baixas, atualmente, são utilizados forte emissão de títulos de dívida corporativa e do governo, antes que haja aumentos adicionais de taxas de juros, produto de uma política contracionista, que atualmente se instalar em setembro de 2015. central de banco.

Apesar disso, diz que há uma situação de perigo no mercado de renda fixa. “Nos países em desenvolvimento aprenderam a partir da história e trabalhar bolha de dívida corporativa devido a um rigoroso controle é feito pelos bancos centrais da política monetária e a transmissão de mensagens confiável, que atualmente vêm enviando juntos combinado com uma política monetária contracionista, que busca, supostamente, inibem o crescimento da inflação.” Seja como for, Silva diz que esses investimentos estrangeiros em mercados emergentes estarão sujeitos a flutuações nos próximos meses, juntamente com outros fatores, “a transição a partir de uma perspectiva negativa, oriunda de alguns países, como a Colômbia e o México, agências de classificação de risco, dada a degradação de suas variáveis de macro, que é susceptível de capital ajustes e a pressão sobre a moeda”:

A agência de classificação de risco Moody’s alertou que, no relatório, que foi publicado em 20 de julho, no ano passado, o crescimento da dívida dos países em desenvolvimento. De acordo com o relatório, a relação dívida externa relativamente ao produto Interno Bruto (PIB), na América Latina 48%, correspondentes a 47% na região da Ásia-Pacífico, embora muito abaixo dos 78% de países da europa de leste.

A agência moody’s explicou que as empresas de todo o mundo, e os governos de mercados emergentes aumentaram suas emissões de títulos de dívida nos últimos anos, relacionados com o baixo custo do empréstimo. Como resultado, a dívida externa subiu de us$ 8,2 trilhões em 2005. em comparação com os 3 trilhões de 2005: “a Vulnerabilidade externa aumentou significativamente, cerca de 75% das economias emergentes do mundo”, disseram os autores do relatório. O ápice da dívida se deu, principalmente, do setor privado, em que a dívida externa aumentou de 14,3% em comparação com 2005, em comparação com o acima de 5,9% no setor público.

A agência classificadora de risco, salientou que o aumento da dívida na América foi liderada, no Brasil e no México. De acordo com a agência, o ritmo de crescimento da dívida, o brasileiro foi superior na região e chegou a 38% do PIB em 2015, em comparação com 22% de dez anos atrás.

Complicações e efeitos secundários

Fernandes observa que os dados mais recentes da dívida corporativa não mostram atividade frenética. Ele acredita que a situação é uma boa notícia para as empresas, para o sul-americano, porque permite ter acesso ao financiamento barato. “Acredita-se que a desigualdade deve criar problemas. No entanto, isso deixa de ser preocupante fator importante”, observa.

Sobre a dívida soberana, Fernandes não vê sinais de, até agora, apesar de notar que, neste caso, o panorama mais completo. “Esta é mais uma situação comum, e no fim do superciclo de matérias-primas, o que permitiu a esses países, como a Venezuela e a Argentina (e, em menor medida, no Chile) ter uma política de gastos públicos, o que, obviamente, não pode mais ajudar: Se o mercado de financiamento no total despesas fiscais por meio da dívida pública, sem avaliar corretamente o risco de países ─ como o fez no passado,─, o mercado de dívida, o que pode influenciar”, alerta.

Por isso, Fernandes diz que o mercado e, em particular, os reguladores do mercado, devem ser consideradas, para monitorar todas as variáveis. “Não apenas o lado da demanda de fundos, bem como a recomendação, que não é a mesma coisa, investir em investimentos estrangeiros diretos no país estritamente financeiro; assim como o fundo de pensões, o investimento internacional em títulos da dívida latino-americana de câmbio hedge e fundos de hedge estão fazendo a mesma coisa.” Em suma, apesar de não existir evidência de que há uma situação de conquistar, não há preocupação, e é bom que seja assim”, diz ele.

Investir ou entrar no mercado?

Na situação actual, muitos investidores amplamente discutido a questão, vale a pena colocar dinheiro em renda fixa no latino-americano, ou, se é o tempo que estão constantemente a pôr lá, retirou a sua posição e colher os frutos.

Para Palencia Silva, investir no mercado de dívida de mercados emergentes, a prudência exige. “É muito importante, que há um tempo, o investimento em um prazo muito curto, o que implica um investimento na indústria de alimentos, as dívidas, a curva, a curto, acompanhamento diário e níveis de volatilidade bastante conservador, o que pode gerar investimentos especulativos. Aqui podem ocorrer distorções que afetam o risco global deste tipo de mercado que afetam a taxa de câmbio e criando uma pressão adicional sobre a taxa de inflação dos países”, disse ele.

Ainda Palencia da Silva, “os países mais atrativos para o investimento são membros MILA-c (Mercado Integrado da américa Latina), isto é, Colômbia, Chile, Peru e México”. Para isso, é devido ao fato de que “os bancos centrais, relata a confiança e tomam a decisão de política monetária, o que corresponde a atual volatilidade nos mercados internacionais”. Apesar disso, ele adverte que os mercados emergentes, especialmente rolou, sofreu nos últimos meses, o ajuste macroeconômico resultado que pode ser elevada a taxa de juros do Federal reserve dos EUA, que exige muita atenção.

Fernandes, por sua vez, diz que no caso de investimentos de longo prazo, a política macroeconômica e têm o maior tamanho de papel de relevo. No macro plano, disse que a América Latina é o país onde há uma grande desigualdade de renda e pobreza, muitas pessoas, de que o poder de compra é baixo, e estão incluídos na economia formal e do consumo de energia. “Assim, quase todos os setores têm o potencial de crescimento muito grande no longo prazo, se as pessoas são incluídas na economia formal: Qualquer opção para investimento, pensando em longo prazo, deve apresentar, em média, mais na América Latina do que em outros países, mas isso depende da evolução de outros fatores, como o desempenho e a estabilidade política”, diz ele. “No entanto, a médio prazo, se vê positivo de mudança em direção a posições mais liberais da economia e das finanças a responsabilidade de praticamente todo o continente; também há indícios, é difícil de avaliar”, acrescentou.

Sobre o Chile Fernandes acredita que o maior problema econômico de controle de gastos do governo, que representa o grande desafio de, com a aprovação de leis, orçamentos 2017г.: Tudo isso ao fato de que a agência de vê risco de ansiedade sobre a trajetória econômica e empréstimos.

Quanto à Argentina, ele diz que “atualmente, tomadas várias medidas que, se bem sucedida, permitirá que o país se tornar um herói importante no mercado internacional, porém, o seu presidente, Mauricio Macri, o surgimento de um grande problema na organização do sistema econômico e do processo de corte de subsídios não será fácil, e eles são populares”. No peru e na Colômbia, “tudo parece indicar que o mercado está em excesso, principalmente na Colômbia, que, se conseguir avançar o processo de paz com as FARC é o principal fator de risco para a região geográfica, o que representa quase 1/3. em Relação ao Brasil, ele diz que “o país está numa situação política de incerteza, e, portanto, torna-se difícil fazer qualquer análise financeira, como na Venezuela, onde parece que a situação instável, o que cria oportunidades para a alta taxa de crescimento, mas o risco também é muito alto”.

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